domingo, 4 de setembro de 2011

Moving on, letting go


"É preciso saber sempre quando uma etapa chega ao fim...
Se insistirmos em permanecer nela mais do que o tempo necessário, perdemos a alegria e o sentido das outras etapas que precisamos de viver.
Encerra ciclos, fecha portas, termina capítulos! Não importa os nomes que damos, o que importa é deixar no passado os momentos da vida que já acabaram.

Foste despedida do trabalho? Terminaste uma relação? Deixaste a casa dos teus pais? Foste viver para outro país? A amizade tão longamente cultivada desapareceu sem explicações?
Podes passar muito tempo a perguntar-te porque é que isso aconteceu…
Podes dizer para ti mesmo que não darás mais um passo enquanto não entenderes as razões que te levaram certas coisas, que eram tão importantes e sólidas na tua vida, serem subitamente transformadas em pó. Mas essa atitude será um desgaste imenso para todos: para os teus pais, amigos, filhos, irmãos, todos estarão a encerrar capítulos, a virar a folha, a seguir em frente, e todos eles irão sofrer ao ver-te simplesmente parado.

Ninguém pode estar ao mesmo tempo no presente e no passado, nem mesmo quando tentamos entender as coisas que acontecem connosco.
O que passou não voltará: não podemos ser eternamente meninos, adolescentes tardios, filhos que se sentem culpados ou rancorosos com os pais, amantes que revivem noite e dia uma ligação com quem já foi embora e não tem a menor intenção de voltar.
As coisas passam, e o melhor que fazemos é deixa-las realmente irem embora…
Por isso é tão importante (por mais doloroso que seja!) destruir recordações, mudar de casa, dar muitas coisas para orfanatos, vender ou doar os livros que têm.

Tudo neste mundo visível é uma manifestação do mundo invisível, do que está a acontecer no nosso coração... e o desfazer-se de certas lembranças significa também abrir espaço para que outras tomem o seu lugar.
Deixar ir embora. Soltar. Desprender-se.
Ninguém está a jogar nesta vida com cartas marcadas, portanto às vezes ganhámos, e às vezes perdemos.
Não esperes que te devolvam algo, não esperes que reconheçam o teu esforço, que descubram o teu génio, que entendam o teu amor. Pára de ligar a tua televisão emocional e de ver sempre o mesmo programa, que mostra como sofreste com uma certa perda: isso estará apenas a envenenar-te, nada mais.

Não há nada mais perigoso que rompimentos amorosos que não são aceites, promessas de emprego que não têm data marcada para começar, decisões que estão sempre a ser adiadas em nome do "momento ideal".
Antes de começar um capítulo novo, é preciso terminar o antigo: diz a ti mesmo que o que passou, jamais voltará!
Lembra-te que houve uma época em que podias viver sem aquilo, sem aquela pessoa - nada é insubstituível, um hábito não é uma necessidade.

Pode parecer óbvio, pode mesmo ser difícil, mas é muito importante.

Encerra ciclos. Não por causa do orgulho, por incapacidade, ou por arrogância, mas porque simplesmente aquilo já não se encaixa mais na tua vida.
Fecha a porta, muda o disco, limpa a casa, sacode a poeira. Deixa de ser quem eras, e transforma-te em quem és. Torna-te uma pessoa melhor e assegura-te de que sabes bem quem és tu próprio, antes de conheceres alguém e de esperares que ele veja quem tu és.
E lembra-te:

Tudo o que chega, chega sempre por alguma razão."


Fernando Pessoa

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

Rui Couto


Apresento-vos o Rui. Esta pobre alminha passa a vida a atormentar-me com as suas sessões de aborrecimento total. Numa dessas sessões, à 5 minutos portanto, pediu-me para escrever qualquer coisa no blog para matar a sua seca por uns meros segundos.
E eu, como pessoa querida que sou, fiz-lhe a vontade! Ele recusa-se a criar uma conta no Facebook. Eu já lhe expliquei que isso só o iria livrar de todo esse aborrecimento de morte que ele enfrenta todos os dias, mas ele não entende!

Aqui tens, Ruizinho querido, um post maravilhoso para quebrar o teu tédio *.*

segunda-feira, 11 de julho de 2011

terça-feira, 24 de maio de 2011



As pessoas costumam achar que eu sou forte e provavelmente nunca iriam achar que isto me fosse afectar assim. Mas na verdade, acho que de forte não tenho nada, nada.

Sexta-feira, uma rapariga da minha idade, que eu não conhecia, perdeu a vida de forma trágica enquanto cumpria aquilo a que chamam um "dever enquanto cidadã". Já se passaram 4 dias desde então e por muito que eu tente, não consigo pensar noutra coisa. Como é possível? Já me devia ter mentalizado que os acidentes acontecem e que infelizmente há pessoas como eu a perder a vida todos os dias.

Disseram-me nesse dia que "A vida é um acaso". Realmente é. Se estou aqui hoje a escrever isto, é porque por acaso tive a felicidade de não me acontecer nada de mal durante estes anos todos.

Foi dito também que "a vida é injusta". E essa frase, tenho-a ouvido vezes sem conta. Não concordo com isso, acho que o facto de existir vida por si só já a torna espectacular. Eu ia dizer que ninguém tem culpa que algumas pessoas a percam cedo demais. Mas o revoltante é que em muito casos isso acontece. E para mim isso foi o que aconteceu na Sexta-feira. Falta de manutenção, ou pelo menos de BOA e eficaz manutenção. Um cabo de aço não se rompe assim do nada. Um descuido e pronto, acontece uma desgraça como esta.

Não me consigo conformar com isto, não consigo. Também não consigo imaginar o que é ver uma pessoa que nos é querida, cair assim para a sua morte diante dos nossos olhos e sem podermos fazer nada contra isso. Não consigo imaginar o que é que o rapaz que foi antes dela pensou ao ver que teve a maior sorte do mundo. Não consigo imaginar como é que se tem sentido o rapaz que por cavalheirismo lhe cedeu a passagem. Não consigo imaginar o que é que uma mãe sente ao receber uma notícia destas.
Tenho pensado muito nisto, demasiado. E nem a conhecia.

"Não é por não a conheceres que não mexe contigo. Mexeu com todos aqueles que são dignos de dizerem que têm coração. É uma história demasiado trágica e revoltante."

domingo, 13 de fevereiro de 2011

Putos de Hoje em Dia



Há coisas que me irritam (e olhem que eu nem sou uma pessoa que se irrite facilmente). Aquilo que me irritou e levou a escrever isto, foram os putos mimados de hoje em dia. As crianças estão com um desejo enorme de crescer, não querem ser crianças, querem tornar-se adolescentes e adultos e não têm noção do bom que é ser-se criança. E eu não percebo, juro que não percebo.

Não há nada de bom em ser-se um adolescente, minhas crianças.
Tu acordas de manhã com uma espinha enorme no meio da testa, nascem-te pêlos nojentos, os teus pais dão-te cabo do juízo a toda a hora e ainda há outras coisas horríveis que eu vou deixar que tu descubras por ti próprio.

Quando eu era criança, eu era uma criança bonita. Depois eu cresci e tornei-me nesta bela porcaria. É verdade.
Não pensem que vão crescer e tornar-se naqueles bonitões e boazonas que aparecem na televisão nesses filmes americanos . Não, só uns 10% têm essa sorte. Os outros 90% dos adolescentes, acabam por ficar … Bem, o oposto.

Uma coisa que também está muito na moda agora entre as crianças, é o não querer saber da escola e achar que ser burro e faltar ás aulas é que é fixe. Cambada de imbecis! Tu achas mesmo que o andar a vadiar e ser um enorme jumento, é que é fixe?! Não, seu peido do demónio! Isso não tem nada de fixe! Larga a porcaria do teu portátil e vai gastar esse tempo a aprender qualquer coisa útil. Estuda, dá ouvidos ao que dizem os teus pais, sê curioso e tenta aprender e descobrir o mundo que te rodeia! Não é o maltratar os professores e o achar a escola uma perda de tempo que vão fazer de ti alguém neste Mundo.
Queres acabar como ? Com o 9º ano, se tanto, a arrumar carros? Ou a passar a vida a trabalhar no MacDonald's? Ou o mais provável, acabar numa cela?
Ganhem juízo! Brinquem que é o que vos faz falta, e aproveitem a escola, que a educação é a arma mais poderosa que temos para podermos dar um novo rumo ao nosso país.

Para além disto, ainda há outras coisas que me deixam completamente parva. Eu vejo miúdas de 9 e 10 anos a por fotos semi-nuas e em poses sensuais no hi5 (sim, eu ainda tenho Hi5… Shame on me), eu vejo putos a quererem fumar e beber, a quererem saír à noite, a querer namorar e tudo. Mas não é namoros como aqueles que na minha altura as crianças de dez anos tinham! Quando eu era uma menina de 10 anos os namoros processavam-se da seguinte forma:

Joãozinho: Paulinha, queres namorar comigo? (Na maioria das vezes este pedido era feito através de uma carta escrita numa folha do caderno, com um quadradinho a dizer "Não" e outro a dizer "Sim". Ah, bons tempos!)
Paulinha: Sim, pode ser …
Joãozinho: Ok, então eu vou jogar futebol agora.
Paulinha: E eu vou saltar à corda.

E ia cada um para seu lado e eram muito felizes assim. Se tivessem direito a um beijinho na cara, já era muito bom!
Hoje em dia, os namoradinhos com 10, 11 e 12 anos, já perdem a virgindade um com o outro! PORRA, MAS QUE CENA É ESTA?! Eu com 10 anos jogava Gameboy, brincava ás caçadinhas e tinha posters de Pokémon no quarto (e olhem que com 18 anos eu ainda acho piada ao Pokémon).
E eu nem vou falar de quando elas engravidam! Eu vou embora, antes que eu acabe por espetar o meu computador no meio do chão.

*No dia seguinte*

Bem, estou mais calma.
Agora, falando a sério, se vocês são crianças deixem o Hi5, deixem o Facebook, deixem o telemóvel de lado e ide jogar à bola, correr, andar de bicicleta, brinquem com os vossos brinquedos favoritos e não tenham vergonha disso. Eu com 18 anos ainda gosto de brincar e já sou considerada adulta!
Não tenham pressa em crescer, ser adolescente é uma porcaria. Aproveitem a infância, porque é a melhor fase que vocês alguma vez irão ter na vossa vida. Vão haver muitos anos como adulto, mas como criança, são poucos e passam a correr.
Por isso, não queiras ser algo que não és e não queiras crescer antes do tempo. Quando deres por ti, em vez de estares a aprender a fazer frações, vais estar a aprender a fazer primitivas e integrais, e isso não tem nada de engraçado.
Faz os teus TPC's, pega numa bola, vai brincar e depois pede para a tua mãe te fazer um chocolate quente. Ainda vais ter muitas saudades desse tempo.

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Acontece


Não é engraçado como ás vezes as coisas vêm tem conosco, sem nós as procurarmos ou pedirmos por isso?

domingo, 30 de janeiro de 2011

Eu espero



(Este post não tem nada de engraçado ou divertido, é diferente de todos os outros que eu já aqui pus. Eu tentei escrever alguma coisa fixe para postar, mas o meu humor não tem andado para isso. Por isso resolvi passar o que me vai no pensamento para aqui. Não está engraçado nem divertido, temos pena, não é esse o objectivo também.Está lamechas e tudo mais, e não esperem que volte a aparecer aqui algo do género vindo de mim. Obrigada pela atenção)

"Yesterday's gone, we gotta keep moving on
I'm so thankful for the moments, so glad I got to know you
The times that we had I'll keep like a photograph
And hold you in my heart forever
I'll always remember you"


Eu só precisava de um "Tenho saudades tuas" sentido, sabes? Não precisava de grandes tentativas de explicação ou justificação, não precisava de grandes textos, não precisava que abdicasses do teu precioso tempo para falar comigo. Eu não precisava disso.
Eu tentei aguentar, juro. Erravas sem teres consciência disso, e eu perdoava-te. Eram pequenas coisas que me magoavam. E magoavam muito. Só que me eras demasiado e eu sempre deixei passar, e esquecia.
Eu nem sou de me chatear facilmente. Para estar assim, acredita que já se esgotou toda a paciência que em mim havia. Eu não sou de ferro.
Mas sabes, já não me importo. Porque já não vale a pena. Tu és como és e não vais mudar. Talvez um dia ganhes consciência do que aconteceu, talvez um dia sintas a minha falta, talvez um dia me percebas.
E eu espero por esse dia. Os dias vão passar e eu não vou fazer nada mais do que apenas continuar a esperar.
Sabes porquê? " O verbo esperar tornou-se tão imperativo como o respirar ". E eu… Eu ainda respiro.

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Eu gosto de ti, mas só como amigo



Aqui estou eu, no quentinho da minha sala, a pensar que devia era estudar, mas a vontade é nula.
Sem nada para fazer, porque a estas horas não há ninguém no Facebook, decidi escrever qualquer coisa para este mui nobre blog.
Primeiro pensei em escrever sobre os exames, mas isso só me iria deprimir ainda mais. Depois pensei em escrever como é uma seca ter dias de férias mas ter os amigos todos e o namorado a estudar para os exames, e ter de ficar em casa a morrer, mas isso também só iria aumentar o meu grau de depressão.
Então, foi aí que surgiu esta brilhante ideia, que é uma coisa que me tem passado muito pela cabeça ultimamente (sim, só passa merda por esta cabeça) e quis partilhar com os meus caros seguidores ou seja, comigo mesma.

Pois bem, o tema que eu vos trago hoje é um problema que atinge muitos jovens e adolescentes e acredito que toda a gente já passou por isto. A situação é a seguinte :

Imaginemos o Pedro e a Maria (porra, porque raio é que todas as mulheres inventadas se têm de chamar Maria?). Eles são dois amigos que partilham uma boa amizade e são felizes assim. O Pedro acha que a Maria é uma rapariga simpática e porreira e a Maria acha que o Pedro é um rapaz fixe e divertido. Até aqui, tudo muito bem.

O pior vem depois.
Sempre que um rapaz e uma rapariga são grandes amigos, ao ponto de saírem várias vezes juntos, só os dois, e de fazerem muitas coisas juntos, de passarem muito tempo juntos, de estarem sempre a falar, dá sempre no mesmo. Um deles acaba por se apaixonar pelo outro, e se não se apaixona, fica com um fraco , ou com vontade de lhe saltar para cima, e pronto, vocês percebem onde é que eu quero chegar.
Podemos explicar isto seguindo uma equação muito simples:

Amizade+Contacto Físico=Namoro


Em todos os namoros há amizade, e em todos os namoros hà contacto físico. É claro que há outras coisas, como o amor, mas isso já iria dar pano para mangas e eu não tenho paciência para debater outras variáveis.

Imaginemos que o interesse pós-amizade surge da parte do Pedro. O Pedro pensa para ele: “Bem, nós temos a amizade. E que tal adicionar contacto físico? Podiamos transformar esta boa amizade num namoro saudável”.
Então, este pobre e iludido sujeito vai ter com a Maria e declara-se a ela.
Aí, vem o célebre momento. A Maria diz muito calmamente: “Pedro, tu és um rapaz muito querido e simpático, e eu gosto de ti, mas só como amigo … Podemos continuar assim?”.
E pronto, facada no estômago do Pedro.
Geralmente esta história tem sempre o mesmo fim, ambos se afastam e a amizade termina.

Por isso hoje, eu quero tentar explicar porque é que a amizade termina quando há uma situação destas. Normalmente, o rapaz é o que se afasta e a rapariga fá-lo por conseguinte.

Primeiro, analisemos o lado masculino da coisa: porque é que o Pedro se afasta?

Número 1- Orgulho Masculino

Nenhum homem ou rapaz gosta de levar uma nega, isto mexe-lhes com o orgulho e gera uma frustração enorme neles.

Número 2- Sofrimento

Para um homem, tentar manter uma amizade quando gosta da rapariga e saber que aquilo não vai passar disso mesmo, de uma amizade, é como masoquismo.
Exactamente, masoquismo.
Imagine-se alguém morrendo de fome, fechado numa sala vazia, sem fuga possível. E nesta sala há uma janela de vidro por onde dá para ver um delicioso prato de comida. Essa pessoa tem duas opções: ou fica a olhar para a janela, aumentando o seu sofrimento, ou vira as costas à janela, para tentar esquecer que aquela comida deliciosa está lá fora e diminuir assim a sua dor.
Isto é uma analogia com aquilo que acontece com o Pedro e Maria, e o motivo pelo qual ele se afasta. Parece fazer sentido, não? É.

Ponto de vista feminino:

Agora, meus amigos, a coisa complica.
Recordam-se da equação? Pois bem, quando a Maria responde ao Pedro, dizendo que não quer namorar com ele, ela na verdade está a querer dizer que não quer adicionar o contacto físico e transformar a amizade num namoro. E aí, como vocês sabem, o Pedro afasta-se, por motivos que eu já expliquei antes.
Então, eis que surge na cabeça da rapariga o seguinte pensamento: “Nós já construímos uma amizade tão forte e tão bonita, e ele desaparece quando eu digo que não quero mais do que isto? Ah, aquele parvalhão, só queria mesmo o contacto físico comigo!”. Resultado: a Maria também se afasta e a amizade termina.

Pois é, e assim acaba uma amizade tão bonita. E isto porquê? Porque nem um nem o outro se dão ao trabalho de perceber o lado de cada um. Realmente, talvez essa amizade nem fosse assim tão forte.

E é isto, meus amigos. Espero que com este enorme texto eu vos tenha esclarecido um pouco sobre o lado feminino e o lado masculino deste complexo “problema” que é dizer/ouvir a célebre frase “Eu gosto de ti, mas só como amigo”.

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

O Secundário



Há alturas em que fico nostálgica. Uma saudade enorme por algo invade-me a mente e não consigo pensar noutra coisa.
Ultimamente, tenho pensado imenso no secundário. Para mim ainda é muito estranho quando eu digo "Quando eu andava no secundário...".

Outro dia, a caminho da estação, passei pela escola onde o fiz. Devido ao plano do estado de renovação das escolas, ela está completamente diferente. E custa-me saber que aquele sítio onde eu passei 6 anos da minha vida nunca mais vai poder ser visto. Ele já não existe, foi posto abaixo para se fazer uma nova escola. Agora? Restam memórias.

Mas se há uma coisa em que eu tenho mesmo pensado, é o facto de nós só darmos valor ás coisas quando já não as temos. Todos nós, enquanto estudantes do secundário e mesmo antes, estamos na escola desejosos que as aulas acabem para podermos vir para casa.

Estamos sempre à espera que hajam feriados, greves, folgas ... Tudo isso para podermos saír e voltar para casa. Mas agora eu percebo que os melhores momentos que passei, aqueles que ficaram marcados, não foram as tardes que eu passei em casa a ver televisão ou no computador. Foram os momentos passados dentro daquela escola, que vão ficar na memória para sempre.

Não quero com isto dizer que preferia estar no secundário. O Mundo evolui, nós crescemos e mudamos com ele. Agora estou numa nova etapa da minha vida. Melhor que o secundário? Cada etapa é diferente, não as podemos comparar dessa forma porque cada uma é especial à sua maneira.

sábado, 15 de janeiro de 2011

Em Homenagem ao Melhor Blog do Mundo

Photobucket

Obrigada por nos teres contemplado com tanta sabedoria e uma excelente escrita. Boa sorte nas tuas novas aventuras, Princesa Sissi !

http://cenasdegaja.blogs.sapo.pt/


quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

Verdade



E é por isso que elas merecem um rei e não um puto que não sabe dar valor ao que tem.