domingo, 30 de janeiro de 2011

Eu espero



(Este post não tem nada de engraçado ou divertido, é diferente de todos os outros que eu já aqui pus. Eu tentei escrever alguma coisa fixe para postar, mas o meu humor não tem andado para isso. Por isso resolvi passar o que me vai no pensamento para aqui. Não está engraçado nem divertido, temos pena, não é esse o objectivo também.Está lamechas e tudo mais, e não esperem que volte a aparecer aqui algo do género vindo de mim. Obrigada pela atenção)

"Yesterday's gone, we gotta keep moving on
I'm so thankful for the moments, so glad I got to know you
The times that we had I'll keep like a photograph
And hold you in my heart forever
I'll always remember you"


Eu só precisava de um "Tenho saudades tuas" sentido, sabes? Não precisava de grandes tentativas de explicação ou justificação, não precisava de grandes textos, não precisava que abdicasses do teu precioso tempo para falar comigo. Eu não precisava disso.
Eu tentei aguentar, juro. Erravas sem teres consciência disso, e eu perdoava-te. Eram pequenas coisas que me magoavam. E magoavam muito. Só que me eras demasiado e eu sempre deixei passar, e esquecia.
Eu nem sou de me chatear facilmente. Para estar assim, acredita que já se esgotou toda a paciência que em mim havia. Eu não sou de ferro.
Mas sabes, já não me importo. Porque já não vale a pena. Tu és como és e não vais mudar. Talvez um dia ganhes consciência do que aconteceu, talvez um dia sintas a minha falta, talvez um dia me percebas.
E eu espero por esse dia. Os dias vão passar e eu não vou fazer nada mais do que apenas continuar a esperar.
Sabes porquê? " O verbo esperar tornou-se tão imperativo como o respirar ". E eu… Eu ainda respiro.

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Eu gosto de ti, mas só como amigo



Aqui estou eu, no quentinho da minha sala, a pensar que devia era estudar, mas a vontade é nula.
Sem nada para fazer, porque a estas horas não há ninguém no Facebook, decidi escrever qualquer coisa para este mui nobre blog.
Primeiro pensei em escrever sobre os exames, mas isso só me iria deprimir ainda mais. Depois pensei em escrever como é uma seca ter dias de férias mas ter os amigos todos e o namorado a estudar para os exames, e ter de ficar em casa a morrer, mas isso também só iria aumentar o meu grau de depressão.
Então, foi aí que surgiu esta brilhante ideia, que é uma coisa que me tem passado muito pela cabeça ultimamente (sim, só passa merda por esta cabeça) e quis partilhar com os meus caros seguidores ou seja, comigo mesma.

Pois bem, o tema que eu vos trago hoje é um problema que atinge muitos jovens e adolescentes e acredito que toda a gente já passou por isto. A situação é a seguinte :

Imaginemos o Pedro e a Maria (porra, porque raio é que todas as mulheres inventadas se têm de chamar Maria?). Eles são dois amigos que partilham uma boa amizade e são felizes assim. O Pedro acha que a Maria é uma rapariga simpática e porreira e a Maria acha que o Pedro é um rapaz fixe e divertido. Até aqui, tudo muito bem.

O pior vem depois.
Sempre que um rapaz e uma rapariga são grandes amigos, ao ponto de saírem várias vezes juntos, só os dois, e de fazerem muitas coisas juntos, de passarem muito tempo juntos, de estarem sempre a falar, dá sempre no mesmo. Um deles acaba por se apaixonar pelo outro, e se não se apaixona, fica com um fraco , ou com vontade de lhe saltar para cima, e pronto, vocês percebem onde é que eu quero chegar.
Podemos explicar isto seguindo uma equação muito simples:

Amizade+Contacto Físico=Namoro


Em todos os namoros há amizade, e em todos os namoros hà contacto físico. É claro que há outras coisas, como o amor, mas isso já iria dar pano para mangas e eu não tenho paciência para debater outras variáveis.

Imaginemos que o interesse pós-amizade surge da parte do Pedro. O Pedro pensa para ele: “Bem, nós temos a amizade. E que tal adicionar contacto físico? Podiamos transformar esta boa amizade num namoro saudável”.
Então, este pobre e iludido sujeito vai ter com a Maria e declara-se a ela.
Aí, vem o célebre momento. A Maria diz muito calmamente: “Pedro, tu és um rapaz muito querido e simpático, e eu gosto de ti, mas só como amigo … Podemos continuar assim?”.
E pronto, facada no estômago do Pedro.
Geralmente esta história tem sempre o mesmo fim, ambos se afastam e a amizade termina.

Por isso hoje, eu quero tentar explicar porque é que a amizade termina quando há uma situação destas. Normalmente, o rapaz é o que se afasta e a rapariga fá-lo por conseguinte.

Primeiro, analisemos o lado masculino da coisa: porque é que o Pedro se afasta?

Número 1- Orgulho Masculino

Nenhum homem ou rapaz gosta de levar uma nega, isto mexe-lhes com o orgulho e gera uma frustração enorme neles.

Número 2- Sofrimento

Para um homem, tentar manter uma amizade quando gosta da rapariga e saber que aquilo não vai passar disso mesmo, de uma amizade, é como masoquismo.
Exactamente, masoquismo.
Imagine-se alguém morrendo de fome, fechado numa sala vazia, sem fuga possível. E nesta sala há uma janela de vidro por onde dá para ver um delicioso prato de comida. Essa pessoa tem duas opções: ou fica a olhar para a janela, aumentando o seu sofrimento, ou vira as costas à janela, para tentar esquecer que aquela comida deliciosa está lá fora e diminuir assim a sua dor.
Isto é uma analogia com aquilo que acontece com o Pedro e Maria, e o motivo pelo qual ele se afasta. Parece fazer sentido, não? É.

Ponto de vista feminino:

Agora, meus amigos, a coisa complica.
Recordam-se da equação? Pois bem, quando a Maria responde ao Pedro, dizendo que não quer namorar com ele, ela na verdade está a querer dizer que não quer adicionar o contacto físico e transformar a amizade num namoro. E aí, como vocês sabem, o Pedro afasta-se, por motivos que eu já expliquei antes.
Então, eis que surge na cabeça da rapariga o seguinte pensamento: “Nós já construímos uma amizade tão forte e tão bonita, e ele desaparece quando eu digo que não quero mais do que isto? Ah, aquele parvalhão, só queria mesmo o contacto físico comigo!”. Resultado: a Maria também se afasta e a amizade termina.

Pois é, e assim acaba uma amizade tão bonita. E isto porquê? Porque nem um nem o outro se dão ao trabalho de perceber o lado de cada um. Realmente, talvez essa amizade nem fosse assim tão forte.

E é isto, meus amigos. Espero que com este enorme texto eu vos tenha esclarecido um pouco sobre o lado feminino e o lado masculino deste complexo “problema” que é dizer/ouvir a célebre frase “Eu gosto de ti, mas só como amigo”.

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

O Secundário



Há alturas em que fico nostálgica. Uma saudade enorme por algo invade-me a mente e não consigo pensar noutra coisa.
Ultimamente, tenho pensado imenso no secundário. Para mim ainda é muito estranho quando eu digo "Quando eu andava no secundário...".

Outro dia, a caminho da estação, passei pela escola onde o fiz. Devido ao plano do estado de renovação das escolas, ela está completamente diferente. E custa-me saber que aquele sítio onde eu passei 6 anos da minha vida nunca mais vai poder ser visto. Ele já não existe, foi posto abaixo para se fazer uma nova escola. Agora? Restam memórias.

Mas se há uma coisa em que eu tenho mesmo pensado, é o facto de nós só darmos valor ás coisas quando já não as temos. Todos nós, enquanto estudantes do secundário e mesmo antes, estamos na escola desejosos que as aulas acabem para podermos vir para casa.

Estamos sempre à espera que hajam feriados, greves, folgas ... Tudo isso para podermos saír e voltar para casa. Mas agora eu percebo que os melhores momentos que passei, aqueles que ficaram marcados, não foram as tardes que eu passei em casa a ver televisão ou no computador. Foram os momentos passados dentro daquela escola, que vão ficar na memória para sempre.

Não quero com isto dizer que preferia estar no secundário. O Mundo evolui, nós crescemos e mudamos com ele. Agora estou numa nova etapa da minha vida. Melhor que o secundário? Cada etapa é diferente, não as podemos comparar dessa forma porque cada uma é especial à sua maneira.

sábado, 15 de janeiro de 2011

Em Homenagem ao Melhor Blog do Mundo

Photobucket

Obrigada por nos teres contemplado com tanta sabedoria e uma excelente escrita. Boa sorte nas tuas novas aventuras, Princesa Sissi !

http://cenasdegaja.blogs.sapo.pt/


quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

Verdade



E é por isso que elas merecem um rei e não um puto que não sabe dar valor ao que tem.